domingo, 21 de julho de 2019

Luta, força e... recompensa divina!

Me chamo Andryelli, mãe de um anjo e de um bebê arco íris... Nossa história começou no dia 27/09/2018 a descoberta de uma gravidez. Eu e meu noivo, Bruno, estávamos juntos a apenas cinco meses, mas a notícia da gravidez não nos abalou. Nesse dia um misto de medo, angústia, ansiedade, felicidade... tudo ali estava misturado... primeiro passo que fiz foi logo postar pra todo mundo saber, e aí foi meu erro! (Já ouviram falar que FELICIDADE sem plateia dura mais?!, pois é acreditem quando isso vem dos mais experientes).

Enfim, era uma quinta-feira, descobri a gravidez, dois dias depois, no sábado, acordei com cólicas horríveis. Procurei um médico e expliquei que ainda não tinha dado entrada no Pré Natal, o mesmo desconfiou de infecção urinária muito comum em grávidas. Ok, então, seguimos... tudo ocorria super bem, primeira eco descobrimos que nosso bebê tinha entre 4 a 5 semanas... porém uma semana depois, ao completar 6 semanas um sangramento, procurei o médico e fui parar no hospital. Dr disse que estava tudo bem, não fez eco e nem nada, eu fiquei angustiada e procurei outro médico na hora. Era um domingo, fim de tarde, o médico disse que seria uma ameaça de aborto, mas meu bebê ainda tinha batimentos, só que eu estava com descolamento de placenta. Então: repouso absoluto! Levantava apenas pra ir ao banheiro, e minha fé não acabava eu sempre devota de N.S APARECIDA pedi tanto a ela, orava dia e noite... não só eu e sim minha família e a família do Bruno!

Meu sangramento não parou, e eu chorava toda vez que ia ao banheiro, mas rezava todas as vezes que saia dali. Na quarta-feira, três dias após a ameaça de aborto, um coágulo grande de sangue saiu, eu senti descer e eu chorava desesperada naquele banheiro, eu sentia e sabia que tinha perdido o meu tão sonhado bebê, e na sexta fiz uma ecografia, o médico ali dentro não me dizia nada somente fazia perguntas sobre o sangramento. Mandou me vestir e esperar fora da sala, quando me entregou a ecografia eu só consegui ler a última frase: “restos ovulares”... eu chorei, chorei muito e naquele momento confesso que perdi toda minha crença em Deus e em Nossa Senhora. Me sentia vazia, sozinha, desamparada, chorei por alguns dias e tinha na minha cabeça que queria engravidar logo novamente...Uma semana se passou e tudo aparentemente aparecia estar melhor, minha vida voltava ao normal, mais com aquela lembrança comigo... iniciei meu trabalho novamente, tudo tranquilo!

Voltei a rezar e agradecer a Deus por me permitir a vida e me poupar de dor maior! Exatamente um mês depois eu passei mal com muitas cólicas e fui ao médico. Ele me disse que suspeitava de coágulo de sangue pois não tinha feito curetagem. Então, na ecografia, dúvidas do que via ali, ovário policístico ou gravidez?
Sim, a Dra. suspeitou de uma nova gestação! Fiz diversos exames e o positivo veio novamente, com ele não veio tanta alegria... eu só sentia angústia e muito medo! Fui internada com crise renal, cólicas horríveis, mas tinha fé, lá eu pedi pra NOSSA SENHORA APARECIDA, tirar minha dor e que minha gestação fosse tranquila, no outro dia eu estava de alta, tive mais algumas crises de rim mais passou. Eu não contei pra ninguém além de meus pais e meus sogros, procurei uma médica pra dar início ao pré natal, a qual ficou em muitas dúvidas perante a gestação, eram gêmeos e eu perdi só um? Bebê parou de desenvolver e voltou? Ou uma nova gestação?

Resolveu esperar 15 dias pra ver se o bebê desenvolvia, e sim ele desenvolveu perfeitamente! Com 6 semanas e 3 dias eu ouvi o coração e a médica dizendo “ele está bem e tem um super coração!” Fui encaminhada pro alto risco e ali passei por médicos de diferentes áreas, inclusive uma psicóloga, onde eu comecei a ver minha gestação sem medo, sem angustia pois ela me disse que cada gestação era única e eu precisava viver a minha com amor e alegria! Com 8 semanas e 4 dias descobri o sexo através de um exame de sangue, um menino meu tão sonhado filho! Com 9 semanas que anunciei pra todo mundo, alguns ficavam assustados por não fazia tanto tempo que havia perdido...


Tudo indo bem até que com 16 semanas um sangramento, me desesperei chorei desesperadamente e com muito medo de aquele filme vim à tona novamente. Felizmente isso não aconteceu cheguei ao médico ele me disse que era um sangramento comum devido ao colo de útero mais baixo que o comum, examinamos o bebê e ele estava super bem e saudável, e o coração a mil.. chorei mais foi de alegria e alívio! Tudo seguia perfeitamente, mais com alguns cuidados! Com exatas 21 semanas comecei a ter sangramentos, fui ao hospital o médico decidiu me afastar de tudo. "você quer esse filho ou prefere trabalhar e estudar?!...Veja qual sua prioridade!!”, o Dr. me disse.

Sem pensar duas vezes lógico que escolhi meu filho, era o meu sonho que crescia ali dentro... tranquei a faculdade, me afastei do trabalho e fiquei em repousou absoluto, só saía pra ir ao médico, e mesmo assim eu tinha sangramentos, mas sempre o bebê desenvolvendo bem... com 29 semanas eu urinava sangue, procurei minha médica qual me mandou pro hospital, chegando lá fui examinada e internada pra fazer alguns exames, nessa noite eu fiquei sozinha e com muito medo! Pedi ao meu noivo que colocasse lá em casa no berço do nosso pequeno, a imagem de N.S do Bom Parto para que nos protegesse, ele colocou no berço do nosso anjo, três imagens: N.S Aparecida, N.S do Bom Parto e o Arcanjo Gabriel, e pediu ali mesmo que tudo ocorresse bem com o nosso pequeno... Após 3 dias internada e com tudo seguindo normalmente, ganhei alta e vim pra casa, mantendo sempre meu repouso! Tudo seguia bem, eu já não sangrava mais, me sentia tão bem... com 31 semanas vi meu bebe com 2.018Kg e 41 cm, gigante e forte! Mas em uma terça feira, 33 semanas e 2 dias, eu tinha “cólicas” e a sensação que o Vinicius ia sair a qualquer momento, procurei o posto, e fui encaminhada ao hospital... lá fizeram um toque eu tinha 2 dedos de dilatação e as cólicas eram contrações, sim meu bebê estava querendo vir ao mundo, fui internada e lá fiquei por 3 dias, em observação, e tomei 3 injeções para fortalecer o pulmão do bebê, e tomava remédios para as contrações diminuírem, ganhei alta e voltamos pra casa! Chegando em casa eu pedi para Deus que me ajudasse a ser forte e me manter tranquila, eu precisava esperar pelo menos mais 3/4 semanas pra ele não ser mais prematuro... E assim foi, no tempo de Deus e por um olhar de anjo chamado de Doutor Mario...

Tudo seguia indo bem ou aparentemente bem.. a partir do dia 02/07 sentia que perdia líquido, e isso me deixava preocupada... mais tudo seguia como antes, 2 dedos de dilatação e perdendo meu tampão, nada de líquido! Até que em uma sexta feira decidimos fazer uma eco para analisar o líquido e aparentemente tudo ia bem, amanheci sábado com algumas dores, e segui com elas até à noite, quando deu 23:00 de sábado senti escorrer algo, fomos pro hospital, fiquei em observação até as 9h do outro dia quando um doutor me deu “alta” só disse que antes queria fazer o cardiotoco para analisar os batimentos do bebê, se não tivesse nenhuma anormalidade poderia ir pra casa, fiquei fazendo o exame por 40 minutos e os batimentos iam de 140 a 160, quando derrepente caiu para 60 a 66, e não subia e nisso doutor Mário entrou e viu... mexeu com o bebê na barriga, pegou outro aparelho e tentou ouvir o coração e achou fraco demais! Me olhou e disse “cesária agora!”
Naquele momento eu sinceramente não sabia o que fazer, era uma mistura de medo, com angústia, com alegria por logo ter ele nos braços... 9:50 eu subi as pressas pro centro cirúrgico, todos me pareciam assustados e não deixavam meu marido entrar na sala, até que vissem como meu bebê estaria... tive reação da anestesia, fui pro oxigênio devido ao nervosismo! Mas felizmente e com a graça do meu bom Deus, as 10:12h um choro e uma voz doce me disse o “papai já tá na sala... parabéns ele é lindo” eu chorei, chorei por gratidão e alegria em ver meu pequeno pela primeira vez... após o pai sair com ele do centro cirúrgico, doutor me disse “eu só te trouxe pra cá com 37 semanas, porque eu não sabia se salvaria teu bebê, os batimentos estavam baixíssimos e o cordão enrolado no braço esquerdo, fazendo assim que parasse a circulação dele... mas enfim tudo está bem e você tem agora um baita de um menino forte e saudável! PARABÉNS”. Ali eu chorei ainda mais, Deus me enviou aquele anjo no momento certo, e me proporcionou o encontro tão esperado com meu pequeno!

Vinicius Gabriel veio ao mundo no dia 07/07/19 as 10:12h com 37 semanas, pesando 2.750Kg, e 47cm e uma saúde de invejar a qualquer um! Um menino tão calmo, tão doce, tão iluminado! O meu anjo em forma de pessoa! E a única coisa a dizer sobre toda essa fase, JAMAIS perca a fé, a esperança, e a vontade de lutar... Deus não dá missões se você não for capaz de lutar por ela.. e eu lutei dia após dia pela minha missão de ser mãe e trazer ao mundo o meu ser de luz! O meu amor virou gente, e me fez completa! GRATIDÃO SENHOR POR ESSE SER DE LUZ EM MINHA VIDA! 🏼


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Mamãe Indianara e a lição de que "o impossível é só questão de tempo"

Me chamo Indianara, sou casada há sete anos e meio, temos dois filhos: o Murilo Arthur, com seis anos e a Maria Valentina com 11 meses, realmente dois milagres em minha vida.

Aos 15 anos de idade fui diagnosticada com um nódulo no útero passei por tratamentos e então veio a notícia de que eu não poderia ser mãe. Mesmo que eu conseguisse engravidar minha gravidez não ia seguir adiante. Não aceitava isso de maneira alguma pois desde criança sonhava em ser mãe. Foi aí que comecei a batalha, com Deus e sem nunca perder a fé.
Aos 18 anos conheci o meu esposo o qual também sonhava em ser pai, procurei outros médicos e a resposta foi a mesma: "eu não seria mãe". Nunca usei métodos contraceptivos e sempre em tratamento para o útero. Em um dos programas do padre Reginaldo Manzotti fui revelada e abracei aquela graça com as duas mãos.
Aos 24 anos comecei a me sentir muito mal, basicamente os sintomas eram os mesmos de quando eu tive o nódulo então passei por uma bateria de exames e veio o tão sonhado resultado POSITIVO. Junto com a alegria veio o medo de não conseguir levar a gestação adiante. Mas Deus é maravilhoso ele não faz a obra pela metade. Tive sim dificuldades, meu bebê nasceu antes passamos por tempos difíceis mais hoje ele é um menino lindo e saudável.

Quando meu filho estava com mais ou.menos 3 anos de idade começou muito a pedir uma irmãzinha (o). Foi aí que explique pra ele que seria difícil, sempre nas orações dele ele rezava e pedia pro anjinho, por uma irmã. Em 2016 retornei no médico, porém nos exames contrataram e o meu nódulo estava voltando e o mais indicado era fazer a retirada do útero. Me revoltei com Deus, chorei muito. Não contei a ninguém o que estava acontecendo, comecei a participar dos grupos de oração aqui da minha cidade. E então comecei a pedir a Deus que me fizesse aceitar a situação.
Continuei com fé, então um tempo depois, em um dos retiros que eu fiz fui revelada que estava sendo curada. Cinco meses depois veio o segundo tão sonhado POSITIVO. Tive uma gravidez de risco, minha filha nasceu de 33 semanas, foram 13 dias na UTI e mais dois no quarto, passamos por momentos dolorosos. Mas como eu disse: Deus não faz a obra pela metade! Obrigado mãe Aparecida pelos meus DOIS milagres recebidos.

Gratidão pela vida.


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Mamãe Tanise: um testemunho de coragem e muitos ensinamentos

Estou enviando meu testemunho e espero que eu possa colaborar e incentivar outras mães que como nós depois de tanta dor hoje podem carregar nos braços nossos filhos tão esperados.

Demorei a dar meu testemunho, porque um dia ouvi de uma pessoa que eu me fazia de vitima devido ter perdido uma cria. Me doeu profundamente mais que qualquer tapa na cara. Passei então a fechar os olhos e guardar toda dor que eu carregava somente pra mim. Mas com o passar do tempo fui vendo a importância de ajudar de alguma forma outras famílias que passaram pela mesma dor que nós passamos. Eu costumo falar que o tempo é remédio ele faz cicatrizar algumas feridas, mas deixa as marcas para que possamos de alguma maneira nos consolar e acordar todos os dias e permanecer com fé, para poder superar toda tristeza que um dia passamos.

Sou casada a 10 anos com o José Antonio,marido maravilhoso, peça fundamental no meu desenvolvimento e a pessoa que mais me encorajou a tentar novamente. Em 2012 engravidei pela primeira vez, uma gestação maravilhosa, tranquila, com toda expectativa em ter em nossos braços um ser, mais amada e esperada, mas faltando apenas uma semana para o nascimento com 37 semanas de gestação no dia 23 de Setembro de 2012 vieram as lágrimas mais dolorosas da minha vida e a frase que eu nunca pensei escutar um dia "Sua filha Manuela foi a óbito, não tem mais batimentos cardíacos". O que eu mais queria naquele instante era que Deus me levasse junto, eu entrei na sala de cirurgia pensando por favor eu não suporto voltar pra casa de braços vazios eu não quero mais viver. Mas Deus na sua infinita bondade deixou eu viver e me mostrou que Fé nunca podemos abandonar . Foi o que eu e meu marido não perdemos, a fé e a esperança.
Como fisioterapeuta eu fui atrás de exames e pesquisei tudo que estava ao meu alcance, descobrir a Trombofilia de certa forma trouxe um alívio porque eu pude entender que eu não tive culpa nenhuma, minha filha não resistiu devido um trombo que se formou no cordão umbilical porque eu tenho infelizmente a propensão de formar coágulos com mais facilidade. Após 5 meses, novos exames, novas consultas, eu poderia tentar novamente, e Deus estava lá ,me mantendo firme e com sua graça, no mês seguinte eu estava esperando um novo bebê, que veio junto com muito medo de perder novamente. O aprendizado de ter calma e crer que tudo ia dar certo foi a lição mais difícil que eu passei. Nosso menino estava a caminho, forte, corajoso, José Miguel permaneceu entre medo e gratidão, as 265 injeções de anticoagulante eram apenas um detalhe. Mas a ansiedade da mãe não aguentou e com 37 semanas no dia 22 de novembro de 2013 seu primeiro choro veio como música aos meus ouvidos, a emoção de ouvir um choro depois de tanto medo é a recordação mais linda que eu tenho na minha cabeça. Poucas horas depois poder segurar em meus braços a metade que faltava para completar a alegria da minha família foi o momento que eu tive certeza de dizer "Obrigada Senhor pela dom da vida, por me deixar viver e colocar no mundo meu filho amado". Eu tive certeza que nossa menina de onde estava sorria e dizia "Mamãe eu tenho orgulho de você". E hoje ele com cinco anos, eu agradeço todos os dias a Deus de poder ter comigo um filho tão maravilhoso, carinhoso, ouvir Eu Te Amo MAMÃE é o combustível de toda minha luta e a certeza que ter fé e família é sem duvida o que mais importa. 

Aquelas que passaram pela mesma situação não percam a Fé e não deixem de dar coragem a outras mães, por um filho vale tudo.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Mamãe Tarsila e uma história linda de força e milagre

Me chamo Tarsila, tive meu primeiro filho com 23 anos, o Gabriel, uma gravidez planejada. Sempre falei q quando o Gabriel estivesse com cinco anos iria ter outro filho, como sou de planejar tudo certinho, fui no médico e retirei meu DIU em Março de 2015, baixei vários aplicativos para saber meus períodos férteis e fui planejando para quando queria engravidar. Consegui engravidar em final de Novembro do mesmo ano, mas quado estava com 6 semanas tive um sangramento fui ao médico e recebi a notícia que meu bebê havia parado de desenvolver. Foi um susto muito grande pois pensamos que isso "jamais vai acontecer com a gente", fiquei muito triste, mas sempre confio nos planos de Deus. 

Isso passou mas continuei tentando engravidar, seguindo meus aplicativos, planejando... até que no final de Agosto de 2016 descobri que estava grávida novamente, fiquei muito feliz novamente, mas minha alegria não durou muito... No dia 17 de Outubro fui ao médico aqui em minha cidade mesmo pois novamente tive um sangramento... Achei estranho a demora durante o ultrassom, imaginei que algo estava errado. O médico perguntou de quantas semanas eu estava a última vez que fui ao meu obstetra e falei que estava com sete semanas, e agora já estava quase completando as 11 semanas. E então, recebi a pior notícia da minha vida, meu bebê não tinha batimentos cardíacos, tinha parado de desenvolver com oito semanas. No mesmo dia fui ao meu obstetra e ele confirmou - era uma terça- feira - e ele me orientou a retornar na sexta para ver se meu corpo eliminava o feto sozinho, mais isso não ocorreu. Achei q tinha passado pelo o momento mais difícil da minha vida, mas ainda não...
Então, na sexta de manhã acordei com dores muito fortes, com intervalos cada vez mais curtos. Cheguei Guarapuava no meu médico sentindo uma dor insuportável, eram contrações muito fortes. Meu médico me encaminhou direto para o hospital parai fazer uma curetagem e lá fui direto para o Centro Cirúrgico (as enfermeiras induziram a estourar a bolsa, minhas dores pararam). Achei que não aguentaria mais de tanta dor. Enquanto aguardava o médico chegar aconteceu a pior coisa que uma mãe já fragilizada com a perca de seu filho(a) podia esperar. Eu estava deitada quando senti um jato forte de líquido que saiu de mim e senti uma coisa bater em minhas pernas, quado olhei para a cama vi meu bebêzinho e minha primeira reação foi de pegar em minhas mãos... Chorei muito, e em minutos meu quarto estava cheio de enfermeiras assustadas com o que tinha ocorrido. Eu não acreditava que aquilo estava acontecendo comigo! Dia 21/10/2016 foi o pior dia da minha vida! 

Voltei para casa desacreditada em Deus pela primeira vez na minha vida não conseguia falar com Deus, passei 30 dias praticamente acordada e chorando muito. Depois disso desinstalei todos aqueles aplicativos e falei que não queria mais engravidar, pois se acontecesse tudo isso novamente eu não aguentaria. Mas para a minha surpresa final de Março de 2017 descobri que estava grávida novamente, veio todo aquele medo misturado com felicidade, e para minha surpresa meu médico falou que a data prevista do parto era o dia 21/10/2017, exatamente um ano após "o pior dia da minha vida". Graças a Deus minha gestação ocorreu perfeitamente bem e no dia 21/10/2017 nasceu minha princesinha Luísa Helena e para minha surpresa quado abri a porta do centro cirúrgico era a mesma enfermeira que havia me atendido na última vez que estive ali. 

Hoje agradeço a Deus todos os dias pela família maravilhosa que tenho! E o mais importante que quero dizer: "Tudo é no tempo de Deus e não como queremos planejar!"


sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

O tempo de Deus na história da mamãe Claudiane


Minha história pode ser comum, mas somente quem vive a dor de não conseguir ter o filho nos braços e o medo de não poder gerar sabe o significado dela.

Meu marido e eu sempre quisemos ter filhos e quando colocamos isso nas mãos de Deus e resolvemos nos preparar para gerar fomos muito abençoados. Cinco meses depois da nossa decisão recebemos o nosso tão sonhado positivo. Logo após o positivo, percebi que algo não estava certo. Comecei a sentir dores abdominais e ter sangramentos. O médico indicou que a cada três dias eu fizesse um exame Beta quantitativo (que mede as taxas hormonais) e acompanharia se estavam subindo ou não. As taxas nos exames subiam, no entanto, na ultrassonografia o médico não conseguia ver o saco gestacional e tão pouco o feto. Me pediam sempre pra aguardar mais uma semana pois eu poderia estar enganada nas datas da concepção. Assim as semanas foram passando até que após um internamento o médico concluiu que eu havia tido uma gravidez ectópica (na Trompa) e que havia sofrido um aborto. Não tinha mais nada a ser feito, somente aguardar que o meu corpo finalizasse o processo do aborto. Dói muito ouvir que aquele bebê que foi tão esperado pela família toda já não existia mais. Uma sensação de impotência tomou conta de mim, me senti muito pequena e fraca, porém tinha que repousar e me recuperar de corpo e psicologicamente. Mais duas semanas se passaram e a dor não cessava. Mais uma vez fui internada durante a madrugada sem saber ao certo o que estava acontecendo. Cada médico que assumia o plantão no hospital me examinava, e me mandava fazer uma ultrassonografia. Me diziam que eu estava com um cisto hemorrágico no lado esquerdo e que precisava realizar uma cirurgia pois estava com hemorragia interna. Fui para o centro cirúrgico e lá permaneci por três horas. Estava com aderência entre os órgãos devido a hemorragia e para minha surpresa eu não estava com um cisto hemorrágico . O que aconteceu foi que o meu bebê continuou a crescer dentro da trompa e a trompa se rompeu com 11 semanas de gestação . Quando eu e meu marido vimos aquele bebê em formação, com mais ou menos 12 cm, a dor foi ainda maior. O nosso pequeno bebê estava ali . Foi horrível passar por isso. Foram 11 dias de internamento, estava muito debilitada fisicamente, mas psicologicamente estava ainda pior. Eu sabia que tinha mais chances de ter outra gravidez ectópica se comparado a outras mulheres que nunca tiveram, e ainda como estava sem uma das minhas trompas as minhas chances de engravidar caíram pela metade.

No retorno ao médico, depois de 40 dias , descobri um cisto de 7 cm no ovário que me incomodava bastante. Iniciei o tratamento a base de anticoncepcional e o cisto diminuiu, mas quando parava com o tratamento ele voltava a aumentar. Decidi então que faria uma cirurgia de retirada do ovário, conforme orientação medica . Iniciei os exames . Um dos exames indicados pela medica eram muito invasivos e eu precisava menstruar antes de realizá-lo. Fiquei aguardando.

Sempre tive muita fé e coloquei tudo nas mão de Deus pois tinha certeza que na hora certa ele providenciaria.

Nesse momento eu queria estar apenas me sentindo bem e pedia a Deus nas minhas orações que se não fosse de seu agrado me permitir ter filhos biológicos que providenciasse o filho adotivo.

Estava aguardando para realizar o meu exame quando meu marido cismou que eu estava grávida, mesmo eu negando. Depois de tanta insistência fiz um exame de sangue e deu negativo, porém ele não se abalou e continuou a afirmar que tinha certeza que eu estava grávida. Comprou um teste de farmácia e deu positivo, e três dias depois realizei novamente o exame de sangue que também deu positivo.

A família toda ficou muito empolgada e feliz. Devotos de São Judas Tadeu, sempre faziam novenas e pediam a Deus por nós. Dessa vez eu sentia que ia ser diferente. Tive uma gravidez que inspirou cuidados pois sou hipertensa e tinha placenta prévia. Graças a Deus tive ao meu lado minha família e meu marido que foi o melhor companheiro que a vida poderia me dar.

Com 38 semanas de gestação, fui a uma consulta de acompanhamento e a médica me disse que eu não tinha líquido amniótico suficiente para o bebê. Duas horas depois nasceu a perfeição de Deus para nossas vidas. Nosso José Heitor chegou cheio de saúde no dia 09 de julho de 2018, com 2,860Kg. Daquele momento em diante conheci o verdadeiro amor, incondicional e inabalável. Percebi como Deus é bom e misericordioso. Ele conhece os nossos medos, angústias e jamais nos abandona. O nosso tempo pode não ser o tempo de Deus. Precisamos ser firmes e confiantes que ele providencia sempre.


segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Lorena, um presente do céu

Eu creio mas aumentai minha fé! Todas as vezes em minhas orações isso é o que eu sempre peço. E eis que no dia 02 de outubro de 2017 (dia do Anjo da Guarda) Deus me deu uma prova para continuar acreditando na sua misericórdia; minha filha LORENA nasceu!!!
Sou Regiane Mussatto Bortolini, resido em Cantagalo e sou fisioterapeuta. Nossa vida sempre foi muito programada, terminamos a faculdade, casamos, pós graduação, trabalho ok e eis que surgiu o desejo de ter filhos. Não tínhamos pressa, decidimos interromper os métodos contraceptivos e deixar acontecer...passaram-se 3 anos e nada. Em uma consulta de rotina com minha ginecologista em 2016 decidimos começar a investigar a causa da nossa infertilidade, foi 1 ano de investigação e para a nossa alegria ou desespero NADA foi diagnosticado.
Eu e meu marido nos mantivemos firmes em oração e pedimos para que Nossa Senhora nos mostrasse um caminho, final de 2016 a nossa médica nos encaminhou para uma clínica de reprodução em Curitiba para uma consulta com especialista e novos exames, e novamente NADA.
Fomos orientados a fazer uma inseminação artificial, mas para a nossa tristeza e decepção não deu certo. Era final de ano, e agora? Nessa hora meu marido, homem de muita fé teve papel fundamental onde me deu força e coragem para acreditar e seguir em frente.
O próximo caminho seria a fertilização in vitro, vamos lá!! Junto com todo o processo pré fertilização iniciamos uma novena MARIA PASSA NA FRENTE, e no segundo dia da novena consagrei o meu útero e ovários a Jesus e Nossa Senhora, diante do altar eu entreguei em seu coração! Viemos pra casa e meu marido me abraçou e disse: tenho certeza que agora vai dar certo, hoje na novena senti algo inexplicável; uma paz. Aquelas palavras acalmaram meu coração e aumentou ainda mais minha fé. Nesse meio tempo descobriram uma possível causa da nossa infertilidade, e por nossos embriões estarem no lugar certo conseguiram resolver esse problema. Dia 20/02/2017 antes mesmo da novena terminar, tivemos a nossa melhor notícia: estava a caminho o nosso MILAGRE.
Na gravidez tive um descolamento de placenta, e mais uma vez tive uma mãozinha de Deus! Gravidez super tranquila e abençoada. Nasceu antes do prazo de 36 semanas, para justamente nascer no dia do anjo! Cheia de saúde e energia nasceu LORENA! NOSSO PRESENTE DO CÉU!!
Entendi que as bênçãos do céu não podem ser programadas, não temos o controle para as vontades de DEUS! ELA VEM!! Era para ser ela, a nossa menina a nossa LORENA!!

“EU CREIO MAS AUMENTAI MINHA FÉ”

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

A linda história da mamãe Camila e sua grande família

Meu nome é Camila sou casada há 4 anos e desde antes de nos casarmos eu e meu esposo sempre falávamos de como queríamos uma família grande com muitos filhos. Então em Novembro de 2014 nos casamos e dois meses depois eu já estava esperando nosso tão sonhado bebezinho, Engravidei da nossa primeira filha aos 24 anos de idade, uma gestação tranquila sem nenhuma intercorrência, e em outubro de 2015 veio ao mundo nossa pequena Cecília. Desde que ela nasceu decidimos não usar nenhum método contraceptivo, pois logo queríamos outro bebê para que “crescessem” juntos. Então em Dezembro de 2016 descobrimos nossa segunda gestação. Um misto de sentimentos, um medo de que não daríamos conta de dois bebês, por que a Cecília tinha apenas 1 ano de idade. Mas também uma felicidade que não cabia em nós. Agora estaríamos completos. Com 4 semanas de gestação mais uma susto estávamos grávidos de GÊMEOS. Meu Deus e agora o que faríamos com 3 bebês em casa (me culpei muito por ter esses pensamentos), depois de absorver a notícia veio a felicidade e a alegria de ser mãe de gêmeos, então com 6 semanas retornamos ao médico e escutamos a pior notícia de nossas vidas “Os bebês estão sem batimentos cardíacos, pararam de se desenvolver com 6 semanas”. A revolta com Deus foi grande, por que isso estava acontecendo, por que com a gente que queria tanto? Por quê?.
Passado alguns meses a dor foi diminuindo e eu já conseguia falar no assunto sem chorar. Foi aí que decidimos esperar um tempo e tentar novamente já que nossa médica havia falado que não teria com o que nos preocupar, pois tínhamos uma filha perfeita e com certeza perdemos os bebês por uma má formação fetal ou até mesmo algum erro na divisão do embrião.
Um ano depois, novembro de 2017 nosso positivo veio novamente. E por algum motivo que não sei explicar algo dizia que não era pra contar para ninguém até passar as 12 semanas, e então que mais uma vez nosso mundo desabou, com 9 semanas nosso anjinho voltou pro céu também. Essa notícia acabou comigo mais uma vez.
Fizemos todos exames onde constatou uma má formação fetal. Porém em nossos exames não havia nada que pudesse ter causado isso, apenas uma infeliz coincidência.
Nessa fase eu estava com um ínicio de depressão e eu sabia que aqueles sentimentos começaram após o meu primeiro aborto. Foi aí que decidi procurar ajuda, fiz sessões de Biomagnetismo e Microfisioterapia, que me ajudaram muito, porém só tive paz novamente em meu coração quando entendi que em vez de me lamentar pelas perdas eu devia agradecer a Deus por já ter uma filha perfeita e também por ele não permitir que meus bebês viessem ao mundo para sofrer, pois sabíamos que provavelmente eles teriam algum problema. Desde então eu só agradeço a Deus e Maria por me concederem mais uma vez a chance de ser mãe.
Dois meses após nosso segundo aborto eu engravidei da nossa quinta filha, nosso pedacinho do céu Catarina que nasceu dia 08/12/2018 no dia da Imaculada Conceição a padroeira de nossa cidade. Não consigo imaginar prova maior do amor de Deus por nós.
E nós que queríamos uma família grande hoje já somos Sete (7), temos duas filhas lindas aqui conosco e três lindos anjos que nos cuidam ao lado de Deus.
Gratidão eterna a Deus e a Mãe Aparecida pelas graças recebidas.

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Mamãe Aline e sua história de fé com a Mãe Aparecida

Venho descrever meu testemunho pra todas as mamães tentantes, basta ter fé e esperar a hora certa pra ser abençoada com a graça de ser mãe.
Após 6 anos casada, em uma conversa com meu ex marido decidimos parar com o uso de anticoncepcional, por conta própria sem consulta médica. Os meses foram passando e nada de engravidar. Foi quando de repente já havia se passado um ano e foi procurar ajuda médica desconfiando de algo errado.
Foram feitos todos os exames e resultados positivos...nada que nos impedisse de ter filhos.Ficamos tranquilo, pois sabíamos que qualquer hora seria nosso momento. No ano seguinte,pra ser exata em setembro aparece o tão sonhado "reagente" no exame de sangue. Felicidade transbordou,contamos para a cidade toda com tamanha alegria que não coube no peito.A chegada de um bebê!
Procurei atendimento e iniciei o pré natal, exames de rotina, testes rápidos tudo certo. Marcada a ecografia...Quanta emoção, frio na barriga ao ver aquele pedacinho crescer dentro de mim. No consultório médico foi visualizado somente o saco gestacional com apenas 5 semanas. O Dr mandou repetir a eco na próxima semana sem dar muita explicação, sentindo que havia algo errado. Naquela mesma noite tive sangramento e fortes dores. Fui para o hospital, fiquei em observação com a mesma orientação, repetir a eco na semana seguinte e repouso.
Repeti a eco, e para meu desespero foi diagnosticado gravidez óvulo cego. Meu mundo caiu!s Só conseguia chorar. Procurei minha médica, não foi necessário nenhum procedimento pois meu corpo encarregou de expulsar tudo. Orientou-me que se fosse de minha vontade após 5 meses voltasse a consulta pra fazer mais exames para a preparação de uma nova gestação. Estava destruída! Doía até minha alma! Aquele sonho tornou-se realidade por poucos dias. Que decepção!

No dia 12 de outubro 2016 fui na festa da comunidade Ucraniana Nassa Senhora Aparecida Rio Tapera em Virmond-Pr onde participei da Santa missa, depois fomos na gruta, rezar, pedir pra Nossa Senhora Aparecida a graça de ser mãe e constituir uma família, lá nos pés da Santa clamei e implorei por sua intercessão. Sai de lá tendo a absoluta certeza de que minha hora iria chegar.
Em janeiro de 2017 quando menos esperávamos comecei a ter enjoos repentinos. Decidi fazer o teste de farmácia: dois risquinhos! Meu coração quase saiu pela boca. Mistura de sentimentos, alegria, medo, ansiedade. "Foi rápido demais! Era para esperar 6 meses e passou 4 meses... Deus meu! Uma culpa: e se der errado de novo? Nós nos precipitamos".
Mais como foi a nossa benção, tudo perfeito! Contando semana após semana. Quanta emoção! Com 9 semanas pude escutar aquele pequeno coração batendo dentro de mim. Quanta felicidade: SER MÃE!
Com 16 semanas a notícia! Menina! "Vou ser mãe de menina" papai escolheu o nome!Nossa princesa Maria Eduarda!

Até às 33 semanas tudo perfeito. Dia 8 de setembro 2017 sentindo dores foi ao hospital,examinada com 4 dedos de dilatação entrei em trabalho de parto prematuro. "DEUS...MEUS DEUS... PRA QUÊ ISSO? POR QUÊ TANTO SOFRIMENTO? Quanta agonia,quanta dor,quanta culpa! Tomei medicação pra inibir as contratações pois não havia ruptura na bolsa. Aguardando vaga pra UTI neonatal, lá naquela maca deitada para o lado esquerdo,novamente pedindo a proteção de Nossa Senhora que nada de ruim acontecesse com minha filha.Fui transferida pra Guarapuava,mais 80km de agonia.Chegando lá, feito exames pra ver o coração da minha bebê,tudo bem! Medicação para inibir as contratações. Dilatação cessou, contrações controladas, cinco dias de internamento. Dia 13/09 voltei pra casa, repouso absoluto.Dia 19/09 voltaram as contratações, retornei ao hospital examinada o Dr falou "Agora com 35 semanas não tem mais necessidade de tentar inibir as contratações, ela quer nascer!". Dia 20/09 rompe a bolsa. As 16:50 nasceu minha filha com 2,415. Perfeita! Sem necessidade de ir pra encubadora foi para o quarto comigo! Momento indescritível...segurar em meus braços pela primeira vez, sentir seu cheirinho, amamentar. Após 48 hrs ganhamos alta.
Dia 12/10/17 exatamente no ano seguinte após pedir a graça estávamos nós,de novo lá, na gruta com nossa filha em meus braços! Graças a Nossa Senhora Aparecida sou mãe. Graças a Nossa Senhora Aparecida minha filha nasceu com saúde, hoje está com 1 aninho e estamos completamente felizes.

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Mamãe Thaiana e seu amor além da vida

Meu nome é Thaiana Vagliati Tilchlher e sou mãe de dois milagres.
Meu anjo Celine com um ano e quatro meses teve a queda de uma escada teve traumatismo craniano fez cirurgia ficou em coma e não resistiu teve morte cerebral. A dor que isso me causou não há palavras para descrever até hoje não consigo acreditar que tudo isso aconteceu com o meu bebê, minha menina meu primeiro amor. E em meio à dor Deus tocou meu coração e eu e meu esposo Jeferson decidimos doar os órgãos da nossa menina e Celine foi o milagre para cinco crianças que salvou. 
Depois disso o vazio ficou a saudade aumenta a cada dia. Eu não desejava mais ter filhos pensava que não conseguiria dividir esse amor e que se tivesse mais filhos Celine pensaria que estava substituindo ela. Eis que então Deus nos mandou o segundo milagre nosso bebê arco-íris. Lavínia que hoje está com nove meses chegou nos trazendo luz, paz, felicidade e esperança, e provou que que amor de mãe não se divide se multiplica, que cada filho é único que não veio Dividir veio acrescentar, nos deu forças e objetivos para continuar nossa caminhada. 
Celine é única e eterna a saudade sempre estará presente. A saudade apertando machucando fazendo chorar, mas Lavínia nos faz sorrir novamente e nos mostra o quanto Deus nos ama e que ele e a mana querem que sigamos até o reencontro. Celine é o milagre que Deus mandou para que através de nós vidas fossem transformadas, fés restauradas vidas fossem salvas. E Lavínia é o nosso milagre que Deus mandou para nós para nos salvar nos ajudar nos fortalecer. 
Eu agradeço a Ele pelas minhas filhas pelos meus milagres e se Deus me avisasse que passaria toda essa dor e essa saudade aceitaria mil vezes carregar essa Cruz só pelo privilégio de ter conhecido essa felicidade esse amor, o amor mais puro mais verdadeiro mais real o meu amor: Além da vida.


{Thaiana tem uma página no Facebook para compartilhar a saudade e ajudar outras pessoas que passam pelas dolorosas percas de seus entes queridos: Meu Amor Além da Vida. > https://www.facebook.com/meuamoralemdavida/}



segunda-feira, 1 de outubro de 2018

O anjo João Rafael e o arco íris Maria Alice

Olá me chamo Daiane Trombim, tenho 28 anos, moro em Laranjeiras do Sul. Sou mãe de um anjo que vive no céu e um anjo que vive na terra.

Há 3 anos atrás nasceu o João Rafael, prematuro de 32 semanas. Foi uma gestação tranquila, até o rompimento da bolsa. Fomos correndo e preocupados para o hospital, pois sabíamos que não era o tempo certo para ele nascer. Foi induzido o parto normal, sem êxito, fomos para Cesária de emergência pois eu já estava com infecção no sangue e poderia passar pra ele. Assim que ele nasceu vi ele de longe, ouvi o chorinho dele. Uma mistura de alegria e medo, pois ele foi levado direto para a UTI. Então no dia 18 de abril de 2015 começou a sua luta pela vida. No dia seguinte podemos ter nosso primeiro contato fora da barriga, que emoção vendo ele segurando meu dedo. Cada dia que passava ele só nos dava orgulho, e mostrava ser um grande guerreiro. Passei o dia das mãe com ele, peguei ele no colo, tão pequeno de tamanho, mas tão grande era a sua vontade de sair de lá. Foram 25 dias de luta, até que ouvi oque eu mais temia, oque eu jamais queria ouvir. " FIZEMOS DE TUDO, MAS ELE NÃO RESISTIU " palavras que jamais irei esquecer. Deus quis o meu guerreiro junto a Ele. Mas Deus tem planos para nossa vida, nunca nos abandona. É quando temos Deus na nossa vida e FÉ, o melhor sempre acontece. Descobri minha segunda gravidez. Confesso que o medo se fez presente a gestação inteira, mas Deus e meu anjo nos protegeram para que nada de ruim acontecesse novamente e agora fazem 10 meses que o sol voltou a brilhar, o sorriso voltou a aparecer em meu rosto: Maria Alice veio mostrar pra nós que Deus age na hora certa e no momento certo. Acreditem e confiem.